Anunciante

Eleições diretas são aprovadas, mas ainda podem ter mudanças no estatuto


Fiquei sabendo através de uma matéria publicada por veja só, quem diria, o Globo Esporte que alegou sobre o projeto de reforma do estatuto. Ao meu ver, era uma armadilha que colocava o torcedor apenas como um "cliente", enquanto os parasitas ficariam no poder de forma que pessoas fora da panela, tivessem extrema dificuldade em se candidatar a presidência. 

Vou deixar o link da matéria completa abaixo, mas veja só um trecho:

A reforma política institui a obrigação de pelo menos oito anos de associação e três de Conselho Deliberativo para que alguém se candidate a presidente – no total, se não for conselheiro logo, esse sujeito pode precisar de até 11 anos de associação para se candidatar. Hoje o estatuto exige apenas cinco para que alguém se habilite.
 Ao aumentar a limitação para que alguém se candidate à presidência, os defensores da proposta vão no sentido contrário à democratização. Eles evitam que haja oxigenação dos quadros políticos com a chegada de novos administradores. Feito sob medida para quem já está no clube.
A reforma política também aumenta o tempo necessário de associação para que alguém possa votar. Se hoje o sócio precisa de apenas um ano para que tenha direito a escolher o mandatário do clube, depois da proposta esse mínimo sobe para três anos.


A parte boa é que finalmente teremos a oportunidade de escolhermos o próximo presidente do Vasco, assim, não haveria golpes como aquele do Campello, isso é claro, se não mudarem o estatuto. Que foi definido que haverá uma nova votação para ver se aprovam ou não a reforma, que está prevista até o dia 31 do próximo ano.

Se realmente eles aprovarem essa reforma, não adiantaria de nada a eleição direta. Pois o sócio irá perder sua força e apenas poucos poderão ter direito a escolha de um presidente.

Nenhum comentário

Vascaínos na Web. Tecnologia do Blogger.